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Notícia

Entenda a Tarifa Branca


A Tarifa Branca é uma nova opção de cobrança que dá ao cliente a possibilidade de pagar valores diferentes de tarifa em função da hora em que consome energia elétrica. A medida – aprovada em 2017 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – não será obrigatória e vai beneficiar, principalmente, quem conseguir adequar o seu consumo, reduzindo o uso de energia no período de pico e priorizando o uso em horários alternativos. É importante que o consumidor se atente às condições da modalidade porque, caso o hábito de consumo não seja adequado à Tarifa Branca, ele passará a pagar uma conta de energia mais cara, mesmo que não ocorra aumento no consumo de energia elétrica.​

A disponibilização desta modalidade tarifária iniciou-se em janeiro de 2018. Nela, os consumidores com consumo médio anual superior a 500 kWh/mês puderam solicitar a adesão à Tarifa Branca. A partir de janeiro de 2019, a opção de cobrança está disponível para os clientes com consumo médio anual superior a 250 kWh/mês. Já os consumidores com consumo inferior a esse patamar poderão solicitar a tarifa especial a partir de janeiro de 2020. A oferta gradativa desta modalidade tarifária é uma regra que foi definida pela Aneel, conforme a ilustração abaixo:


Desde janeiro de 2018, os pedidos de ligação de novas unidades consumidoras também podem optar pela Tarifa Branca no momento da solicitação da ligação, independentemente da faixa de consumo.

Vale reforçar que a Tarifa Branca não se aplica aos consumidores residenciais de Baixa Renda, beneficiários de descontos previstos em Lei e à iluminação pública. 

Além disso, da mesma forma que será possível aderir à nova modalidade, o consumidor poderá solicitar seu retorno ao sistema de tarifa convencional caso avalie que o seu perfil de consumo não está adequado. 

Para os clientes que aderirem à nova modalidade, o valor da tarifa vai variar de acordo com três horários: ponta, que é o horário de pico na demanda; intermediário, compreendendo intervalos antes e/ou depois do horário de ponta; e fora de ponta, período de menor consumo de energia. Nos dois primeiros, a energia é mais cara em função da maior demanda no sistema elétrico. Já no último é mais barata. Na prática, no horário de ponta, a tarifa é aproximadamente cinco vezes maior do que fora de ponta e, no intermediário, é cerca de três vezes maior. Nos finais de semana e feriados, apenas a tarifa fora de ponta será aplicada.

Atualmente há apenas uma tarifa, a convencional, que tem um valor único (em R$/kWh) cobrado pela energia consumida e que não muda de acordo com o período do dia. A Tarifa Branca é um incentivo para que alguns consumidores desloquem o consumo dos períodos de ponta para aqueles em que a rede de distribuição de energia elétrica tem capacidade adicional de atendimento, ou seja, quando o consumo é menor, reduzindo a necessidade de investimentos adicionais no sistema e contribuindo para a modicidade das tarifas. 

O cliente deverá fazer, inicialmente, uma análise criteriosa para avaliar se a mudança vale ou não a pena de acordo com a sua rotina. É importante que ele conheça o seu perfil de consumo ao longo do dia e a diferença de preço entre a Tarifa Branca e a convencional, afinal, este modelo não se encaixa nos hábitos de uso da energia de todos os perfis de consumidores. 

A Energisa salienta que, quanto mais o cliente reduzir o consumo em horários em que a energia é mais cara, mais vantajosa será a Tarifa Branca. É uma decisão que precisa ser muito bem avaliada e, por isso, as agências de atendimento da Energisa proporcionam aos consumidores uma análise sobre a viabilidade ou não da adesão à Tarifa Branca frente aos seus hábitos de consumo. Este suporte visa alertar o consumidor que, caso o hábito de consumo não seja vantajoso e não seja alterado para se adequar à Tarifa Branca, o consumidor passará a pagar uma conta de energia mais cara, mesmo que não ocorra aumento no consumo de energia elétrica. A Energisa destaca ainda que os riscos da decisão são do cliente, por isso é necessária cautela no momento de optar por esta modalidade tarifária. 

Para solicitar a adesão à Tarifa Branca, os consumidores devem procurar as agências de atendimento presenciais da Energisa, onde está disponível o termo de adesão, que deve ser avaliado com base nos impactos de migrar ou não para a nova modalidade, pensando nos hábitos de consumo individuais.

Para os clientes que optarem por essa modalidade, será necessária a instalação de um novo medidor, aprovado pelo Inmetro, que registre o consumo de acordo com os horários em que a energia elétrica é utilizada. 

Mais informações podem ser obtidas no site da Aneel: www.aneel.gov.br 

Horários

Confira abaixo qual será o horário de ponta e o horário intermediário em cada unidade. O resto do dia é considerado horário fora de ponta.

Energisa Mato Grosso e Energisa Mato Grosso do Sul:
​Horário de Ponta​Horário Intermediário
​17:30 às 20:29​​15:30 às 17:29 e das 20:30 às 21:29

Energisa Borborema, Energisa Paraíba e Energisa Sergipe:
​Horário de Ponta​Horário Intermediário
​17:30 às 20:29​16:30 às 17:29 e das 20:30 às 21:30

Energisa Tocantins:
Horário de Ponta​Horário Intermediário
​18:00 às 20:59​17:00 às 17:59 e das 21:00 às 21:59

Energisa Minas Gerais:
Horário de Ponta​Horário Intermediário
​17:30 às 20:29​16:30 às 17:29 e das 20:30 às 21:29

Energisa Nova Friburgo:
Horário de Ponta​Horário Intermediário
18:00 às 20:59​17:00 às 17:59 e das 21:00 às 21:59​​

Energisa Sul-Sudeste:
​Horário de Ponta​Horário Intermediário
​18:00 às 20:5917:00 às 17:59 e das 21:00 às 21:59​

Centrais Elétricas de Rondônia – CERON:
​Horário de PontaHorário Intermediário
​18:00 às 20:5917:00 às 17:59 e das 21:00 às 21:59​

Companhia de Eletricidade do Acre – Eletroacre:
Horário de PontaHorário Intermediário
​18:00 às 20:59​17:00 às 17:59 e das 21:00 às 21:59​

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